Currículo, idade dos filhos e plano de universidade pesam mais do que o ranking. A escola escolhida também define o bairro.
Em Lisboa e Cascais convivem currículos britânico, americano, IB e português. Cada um organiza a matéria, as avaliações e o caminho para a universidade de forma diferente. O ranking importa menos do que o encaixe com a idade do filho e o plano da família.
Para crianças pequenas, a escola portuguesa costuma integrar com mais naturalidade e abrir portas sociais no bairro. Para adolescentes com universidade fora de Portugal, o currículo internacional evita perda de ano e simplifica a candidatura.
As listas de espera existem e começam cedo. Vale contactar as escolas antes mesmo da mudança, porque a escolhida pode definir onde a família vai morar.
